segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Meu Tempo é Hoje


    

    Certa feita ouvi Elomar dizer numa entrevista que Paulinho da Viola é inviolável. Guardei essa frase por um tempo sempre a latejar em meu caminho. Como assim, inviolável? Quanto mais respostas tinha mais perguntas eu fazia, pois a profundidade da música de Paulinho da Viola, esse mestre do samba e da vida que hoje completa 70 anos, é indecifrável para quem não conhece tanto mais é campo de estudo para quem da música se alimenta.

       Portela azulada canta, alas se abrem para ele passar: Paulinho da Viola voa.

                                             Bruno Brum Paiva



sábado, 27 de outubro de 2012

Silenciosa Sineta







  A Feira do Livro de Porto Alegre,  em seu oficial momento de abertura, não teve o badalar do Xerife. A sineta em outras mãos não tinha o mesmo repicar, parecia muda.

   Deveremos então nos acostumar, após quase quatro décadas, com a ausência do Xerife na abertura. Estranho é a ausência de comentários por parte da imprensa ou mesmo da CRL, o que bem retrata quanto a memória coletiva de nosso País pode coletivamente ser apagada. E ninguém pergunta, ninguém comenta, ninguém sente falta.

   O ato se esvai no tempo; a História, esfumaça no pensamento.

                               Bruno Brum Paiva

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Tropicália

 
    A vanguarda é uma algema.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Despedida com arte

       
       Os museus são uma beleza à parte em qualquer viagem. Em Barcelona visitamos sete; em Berlim, o gigantesco Pergamon; em Lisboa dois, dando ênfase ao Oceanário. As fotos abaixo são do MACB, Fundação Miró e Museu Picasso, todos em Barcelona.

       De toda trajetória formadora do Projeto EPA, cabe destacar o silêncio de Berlim, a mescla do antigo e do moderno em Lisboa e da multiplicidade cultural e étnica de Barcelona.

       Até a próxima!


                                                   Bruno Brum Paiva
















terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sitges, beleza Mediterrânea

         
      Sitges foi uma surpresa no penúltimo dia da viagem. 
      40 km ao Sul de Barcelona, 30 min de trem. 
      A curiosidade por outras cidades desse porte cresceu.
      Voltar?
      Talvez!
      














domingo, 26 de agosto de 2012

Transporte


Em todos os locais por onde passamos há opções múltiplas de transporte. 
O antigo e o novo se mesclam.
Ciclovias por toda parte, bicicletas por todo canto.
Painéis marcam o tempo de espera de cada coletivo.
Ônibus ou metrô, sabemos a hora exata do embarque.


























sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Tibidabo











        
      O ponto mais alto de Barcelona, quase 600 metros acima do nível do Mediterrâneo. Ascendemos por um elevador até o topo da torre, o que nos permitiu uma visão panorâmica da cidade.

           Não há obstáculos. 

           O  olhar esparrama-se ao horizonte infinito.


                                         Bruno Brum Paiva