
quarta-feira, 19 de maio de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Porto Alegre
Tanta coisa a celebrar e outro tanto a agradecer e engrandecer nessa maravilhosa cidade que é beijada por um rio dito lago. Porto Alegre do Guaíba que trouxe a gente que a fez nascer santificada e hoje é marca por trazer alegria em seu nome. Há um bairro Tristeza que é uma alegria e que apenas o rio separa de outro chamado Alegria e que não é triste. Guaíba, cidade do mesmo delta que tudo abraça e congrega até a ponta do farol que da pedra fez cantar o marco que denomina Lagoa dos Patos.
Porto Alegre é canto e encanta sua majoritária população forasteira que não quer outra terra adotar. Crepúsculo no Gasômetro, uma comunhão silenciosa a partir de vários ângulos até que a retina retenha a mais preciosa e precisa das alaranjadas despedidas de mais um dia outonal.
Bruno Brum Paiva
segunda-feira, 15 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Transeuntes
Serenatas nunca vãs
Elaborava aquela fauna
Rãs, corujas, grilos, mosquitos
Entoavam sinfonias lúgubres
Irmãos, primos, cunhados
A quem pertencia o canto desafinado?
Sereias perdidas na fúria do vento.
Arrancavam de si quaisquer angústias
Riam, choravam, amavam, sacudiam
Reproduzir o que a natureza tempera
Enevoadas pelo instinto matreiro
Baleias se comunicam cantando
Acrobáticas, não poupam voos
Talento sobra, espaço não falta
Arrebatavam com toda euforia.
Cenário azulado sublime
Ondas infindas, montanhosas
Na planura que beija outro mar
Dimensão comprimida no andar errante
Olhos de condor a desejar sereias, arrebatadas,
Ruminando cantos serenateiros sãos.
Bruno Brum Paiva
Elaborava aquela fauna
Rãs, corujas, grilos, mosquitos
Entoavam sinfonias lúgubres
Irmãos, primos, cunhados
A quem pertencia o canto desafinado?
Sereias perdidas na fúria do vento.
Arrancavam de si quaisquer angústias
Riam, choravam, amavam, sacudiam
Reproduzir o que a natureza tempera
Enevoadas pelo instinto matreiro
Baleias se comunicam cantando
Acrobáticas, não poupam voos
Talento sobra, espaço não falta
Arrebatavam com toda euforia.
Cenário azulado sublime
Ondas infindas, montanhosas
Na planura que beija outro mar
Dimensão comprimida no andar errante
Olhos de condor a desejar sereias, arrebatadas,
Ruminando cantos serenateiros sãos.
Bruno Brum Paiva
segunda-feira, 8 de março de 2010
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